Sinto algo incomodando
Que cutuca, machuca de vez em quando.
Deve ser esse punhal na minha carne
Que transpassa atÁ a alma.
Eu,na minha aparente calma
Finjo que näo é comigo, que não corro perigo.
Mas meu sorriso frágil mostra o quanto dói.
O ferrugem corrói.
E se às vezes solto uma estrondosa gargalhada
Pode ser o urro de uma fera machucada.
Nem eu posso retirar...
de täo forte que cravou.
Mas isso não é de todo mal.
O punhal que faz morrer
também ajuda a viver.
A dor que näo deixa dormir
é a dor que faz crescer.
ESCREVER É DIVINO!

BONS TEMPOS EM QUE A GENTE PODIA VOAR. ERA MUITO BOM SER PASSARINHO.
CAMINHOS DE UM POETA

Como é bom, rejuvenescedor e incentivador para o poeta, poder olhar para trás e ver toda a sua caminhada literária, lembrar das dificuldades, dos incentivos e da falta deles, da solidão de ser poeta e do diferencial que é ser poeta. Olhar para trás e ver tudo que semeou, ver uma estrada florida de poesias, e dizer: VALEU A PENA! O poeta vai vivendo, ponteando, oscilando, e nem se dá conta da bela estrada que escreveu. Talvez ele não tenha tempo porque o horizonte o chama, e o seu norte é... escrever... escrever... escrever. Olho hoje para trás... não foi fácil, mas também ninguém disse que seria. E eu sabia que não seria, ser poeta não é fácil, embora seja lindo. Contemplo a estrada que eu fiz, e digo com orgulho quase narcisista: Puxa... como é linda minha estrada!
Um comentário:
*Querido Carlos Soares !!!
*Como você está ?! Tudo bem ?!
*Muito obrigada pelo teu
comentário no meu humilde blog e
por estares acompanhando-me !
Sinto-me alegre com isto !!!
*Tô aqui lendo alguns textos ...
Gostei deste teu poema ! Triste e
verdadeiro !!!
*Ótima quarta-feira !!!
*Beijossssssssssssss.
Postar um comentário