ESCREVER É DIVINO!

ESCREVER É DIVINO!
BONS TEMPOS EM QUE A GENTE PODIA VOAR. ERA MUITO BOM SER PASSARINHO.

CAMINHOS DE UM POETA

CAMINHOS DE UM POETA
Como é bom, rejuvenescedor e incentivador para o poeta, poder olhar para trás e ver toda a sua caminhada literária, lembrar das dificuldades, dos incentivos e da falta deles, da solidão de ser poeta e do diferencial que é ser poeta. Olhar para trás e ver tudo que semeou, ver uma estrada florida de poesias, e dizer: VALEU A PENA! O poeta vai vivendo, ponteando, oscilando, e nem se dá conta da bela estrada que escreveu. Talvez ele não tenha tempo porque o horizonte o chama, e o seu norte é... escrever... escrever... escrever. Olho hoje para trás... não foi fácil, mas também ninguém disse que seria. E eu sabia que não seria, ser poeta não é fácil, embora seja lindo. Contemplo a estrada que eu fiz, e digo com orgulho quase narcisista: Puxa... como é linda minha estrada!

sexta-feira, 31 de maio de 2013

O LIVRO SEM FIM

( imagem google )

Eu quero escrever com você
um livro sem fim
que fale o tempo todo de você e de mim.
Eu quero contar com você
 uma linda história
onde o amor é a glória
sem  “ the end ”, apenas  “ begin ”.
Seremos autores e personagens
de uma linda trama.
Uma história ilustrada com lindas imagens
só alegrias, nada de drama.
Em todas as páginas do nosso livro sem fim
haverá sempre o sim..
para o beijo, para o abraço, para o desejo...
de mim para você e de você para mim
porque assim também é nosso amor...
um sentimento sem fim.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

O DIA EM QUE A FADINHA E O BRUXINHO SALVARAM A POESIA



Que a Fadinha e o Bruxinho se casaram e foram felizes para sempre já sabemos, mas a história não termina aí. Numa bela tarde passeando de mãos dadas  entre os jardins do Vale Encantado, brincando com as borboletas, com os passarinhos e outros bichinhos, avistaram um duende muito triste vindo em sua direção:  “ Finalmente, encontrei-os, Fadinha e Bruxinho. Sou de um reino distante, andei milhas e milhas, mas antes, quero dizer que  estou com muita sede e cansado, gostaria de um pouco de água ”. A Fadinha e o Bruxinho se entreolharam, e o Bruxinho disse ao visitante: “ Calma, amigo, tem uma fonte ali pertinho, vamos lá”. Chegando à fonte, saciou a sede,  e sentou num tronco, o lindo casal sentou-se num outro à frente.  A Fadinha, como sempre muito amorosa, disse:  “ O que houve, amiguinho? Vejo em seu olhar não só tristeza, mas também aflição”.  “Agora consigo falar”, disse o duende, e prosseguiu:  “ Como disse, sou de um reino muito distante, chamado Reino da Poesia”. O Bruxinho interrompeu: “Que nome bonito! Deve ser uma lugar lindo”. O duende abaixou a cabeça: “Era sim, um lugar lindo, cheio mesmo de poesia, o que originou esse nome, até o dia em que um Rei malvado, frio,  de coração de pedra, proibiu a poesia no lugar, expulsou os poetas, prendeu e prende qualquer pessoa que pelo menos cite a palavra poesia. Desde então, tudo foi ficando feio, os campos não são mais verdes, as flores não tem cor, passarinhos não cantam mais”. A Fadinha, tocou no braço do Bruxinho: “Isso é um absurdo. Temos que fazer alguma coisa, meu amor”. Ele respondeu: “Sim. Vamos tentar de tudo, a poesia não pode morrer”. O duende avisou:  “ Mas, tomem cuidado! O Rei é perigoso, pois é um Bruxo muito poderoso ”. O Bruxinho apertou a mão  da Fadinha, respondendo:  “ Nada pode derrotar a força do amor . Minha Fadinha e eu temos forças suficientes para derrotá-lo ”. Depois de pedir ao visitante que orientasse como chegaria ao Reino da Poesia, ele disse a um de seus duendes  auxiliares que o levasse  de volta numa carruagem. Feito isso, disse:  “ Vamos partir bem cedo, minha amada. Vamos descansar ”. Nem bem raiou o dia, o Bruxinho estava montado num imponente cavalo branco, a Fadinha agarrada  à sua cintura de forma apaixonada, e partiram  para a importante missão voando sobre as montanhas naquele cavalo mágico”. Chegando lá, os dois com seus toques de magia foram devolvendo vida às coisas, os campos foram ficando verdes novamente, passarinhos começaram a cantar, mas chegaram os soldados do Rei empunhando espadas para prendê-los. Os dois não se intimidaram, lançaram poderes sobre eles, e eles adormeceram. E assim foi com os dragões e outros guardiões do reino, até que chegaram  ao castelo sombrio. Outra  mágica e mais guardas adormeceram. Chegaram ao trono, o Rei ria sarcástico: “ Já sei quem vocês são, vão se arrepender de ter vindo aqui”. O Bruxinho retrucou:  “ Queremos que permita a poesia nesse reino”. O Rei nem quis saber. “ Lançou um poder terrível no peito do Bruxinho, e ele caiu”. A Fadinha respondeu com outro poder  contra o malvado, até que seu amado se  levantasse. E  foi assim: “ O Rei mandava poderes, o Bruxinho respondia, às vezes era a Fadinha quem mandava para ajudar. Mas o Rei era poderoso demais. Foi então que o Bruxinho teve uma ideia.  “ Eu amo suas ideias”, disse a Fadinha. Ele completou:  “Precisamos jogar nossos poderes no mesmo instante, ele não poderá vencer nossos poderes juntos”. Dito e feito. De forma conjunta, lançaram, e o Rei caiu por terra desmaiado. Olhando-o , o  Bruxinho disse:  “Vamos jogá-lo na prisão”. Ela alisou seu rosto:  “Não, meu amor. Se fizermos isso, estaremos sendo iguais a ele, e é justamente isso que viemos combater ... a ignorância, a frieza, a dureza de coração. Temos poderes bons, vamos aproveitar que está desmaiado, vamos nos concentrar com a nossa pureza , para fazermos  com que a poesia entre no coração dele. Você mesmo me disse uma vez que o amor sempre vence”. Ele a olhou: “  Foi com seu toque de Fadinha, que eu realmente passei a acreditar que o amor sempre vence”. E assim fizeram. Quando o Rei despertou horas depois, eles já tinham partido. O Rei não se lembrava de nada do que aconteceu, nem  mesmo do passado, subitamente virou um homem bom, querido pelos súditos,  e a poesia reinou no lugar. O  Bruxinho e a Fadinha? Ah... esses estão cada vez mais apaixonados!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

ONTEM EU NAMOREI A LUA



Extasiado de saudade sua
ontem eu namorei a lua.
Ela estava tão linda...
você é mais ainda,
mas você não estava.
E ela comigo brincava,
se escondia atrás da nebulosidade,
assim como você,
que se esconde, e me deixa na saudade.
Tudo bem, eu espero na janela
pois eu bem sei,
quando você sai de trás das nuvens,
vem ainda mais bela
para clarear minha rua.
Pensando em você, ontem eu namorei  a lua.
Falei à ela do meu amor,
do carinho que guardei como se guarda uma flor.
Beijando a lua,
foi a você que eu beijei.
Tudo que eu disse ontem à lua
foi  a você que me declarei.
Venha, venha clarear minha rua
pois, da saudade eu já cansei.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

SOBRE A LIBERDADE...


Pegue um passarinho, aprisione-o numa gaiola de ouro, bem bonita, enfeitada, se possível crie dentro da gaiola uma atmosfera imitando a natureza favorável a ele... e deixe a portinhola aberta. O que ele vai escolher? Ficar na gaiola ou sair dela? Evidentemente, vai voar, porque é da natureza dele voar, ser livre. Assim somos nós, mas somos aprisionados em gaiolas da pseudo felicidade, condicionamos nossa felicidade à coisas materiais, personalizamos, personificamos nossa felicidade.... e quando conquistamos essas coisas materiais, nos frustramos, porque no íntimo não era nada daquilo que essencialmente precisávamos. A verdadeira liberdade não consiste em andar por aí livremente sem ser importunado, a verdadeira liberdade é a imaginação, o pensamento, é a única coisa que ninguém pode nos tirar . Portanto, não se prive de pensar, não aceite verdades prontas, cuidado com o que vem do externo, valorize o interno, evite os modismos, leia livros, veja televisão, mas tenha opinião própria, pratique a criatividade, ouça histórias, mas conte também. Pratique a forma doce de egoísmo, valorize o seu EU.
É isso o que eu penso sobre a lberdade...
Isso mesmo, com reticências, porque é assim que ela deve ser.

domingo, 19 de maio de 2013

CRIANÇAS ( porque gente foi feita para brincar, não para guerrear )

Venham, crianças!
A vocês, jardins, patamares.
Sacudam escadas e chão e teto e pilares.
Na aurora ou no fim do dia,
 corram e zumbam como abelha nos campos.
Minha alegria e humor,  minha alma e meus campos
 seguirão sua energia.

( Victor Hugo )

Muito bonito!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

MORRER DE AMOR


Não te quero santa, nem pura
Te quero perdida dentro do meu abraço
Não te quero razão, te quero loucura
nesse compasso, nessa mistura
do teu corpo no meu
fazendo um laço que só se desata
quando o dia amanheceu.
Te quero gata, te quero felina.
Te quero mulher, te quero menina.
Quero ser teu macho, teu capacho.
Te quero uma vez, outra vez, outra vez
na solidão que a gente quis na nossa louca lucidez;
É tudo que nossos íntimos pedem,
reinventamos nesse quarto, um novo éden.
Só mesmo no amor é possível, um quarto que vira céu,
um paraíso pleno onde só a gente cabe
Quero teu mel,
Quero teu veneno que me causa nas veias esse ardor.
Então me acabe.
Como é bom morrer de amor!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

PORQUE VIVER É BOM...



Porque viver é bom... e é breve
faço de minha vida um fardo leve.
O homem ainda faz o que o menino fazia.
O vazio sim, esse é pesado,
por isso mantenho meu coração ocupado
de amizade, fé e harmonia.
Nasci do amor e quero ser amor.
Sou sintonia!
Sou versos ao universo!
Sou sol e girassol!
Sou ocaso e sou arrebol!
Um desejo me agita, me assanha,
é que da ignorância, essa grande montanha
que a minha poesia me eleve muito acima,
que eu veja em cada rosto um pouco de mim,
um parceiro perfeito para minha rima.
Ah... a poesia! A minha poesia me faz leve.
Que seja sempre assim...
porque viver é bom... e é breve.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

CANÇÃO PARA MINHAS BOCHECHAS



( Mais uma música rs rs )

Bochechas pra quê te quero.
Muitos cuticuti’s eu espero,
beliscões só de carinho.
Bochechas pra quê te quero.
Sigo sendo muito sincero,
mesmo já tendo algumas madeixas,
ainda gosto de colinho.
Mas tenho também minhas queixas,
quando toco minhas bochechas,
não sei fazer cuticuti sozinho.

sábado, 11 de maio de 2013

ENQUANTO ISSO EM BRASÍLIA... UMA MARAVILHA!


Ultimamente ver jornal na tevê dá a impressão de que estamos assistindo algum filme, tudo que se vê são crimes praticados sob olhos de câmeras. Crimes cada vez mais horríveis, estarrecedores. Pois é, nem as câmeras inibem a criminalidade, seja do bandido contumaz, seja do cidadão comum, este pratica o crime da ignorância, da intolerância. Não sou a favor da pena de morte, não temos uma sociedade justa para tal, e até mesmo em países em que a sociedade é mais justa acontecem enganos, mas sou a favor sim de leis mais duras, a favor de prisão perpétua, sou contra a progressão de pena, sou contra favorecimento a réu primário, pois vejo que isso dá brecha a cada cidadão de matar pelo menos uma vez. Sou a favor de que o preso trabalhe, para esse caso sim, até poderia aplicar algum benefício, acho que os presos poderiam ser utilizados por exemplo em operações tapa-buracos em nossas estradas, capinar as margens das rodovias etc. Sobre estupradores, sabemos que são mentes no mínimo doentias, não estou defendendo, pelo contrário, se são doentias não podem ficar na sociedade, pois fatalmente repetirão seus atos horrendos, sou a favor da castração química, ele nem vai sentir dor, apenas vai deixar de ter esse desejo macabro. E claro, que ele pague pelo que fez. Não sei ainda se sou a favor da redução da maioridade penal. Será que reduzir a maioridade para dezesseis anos, o crime não vai passar a visar os jovens de 15, ou 14? Daqui a pouco chegaremos à maternidade. Por quê? Porque o crime é “organizado” e sempre dará um jeito, enquanto no Brasil, os governos, as instituições, não são organizados, parecem não se preocupar muito, ou não são competentes para tal. Porém sou a favor de que o juiz tenha autonomia de discernir entre um caso e outro. Por exemplo. Na Inglaterra, um juiz condenou um menino de doze anos à prisão perpétua, por ter matado, esquartejado e colocado na geladeira, os pedaços de uma menina da mesma idade, pois entendeu que sua mente já estava contaminada, voltada totalmente para o crime e jamais teria uma vida comum. A sua mente já era uma mente criminosa adulta apesar da tenra idade. Paralelo à todas essas medidas que citei e que seriam soluções para curto prazo, sou a favor de que se invista na educação, na cultura, em habitação, pois a criança é a base da sociedade, é o futuro sendo semeado. Construir escolas em vez de prisões. Formar bons professores e valorizá-los. Promover a integração escola-aluno-família, como era antigamente. E sou a favor do controle da natalidade também, não pode uma mulher que more lá nas grotas de uma favela ter oito filhos.
Finalizando, em linhas gerais, a vida não anda valendo muito não, vale menos a cada dia, estão matando por aí por banalidades. Enquanto isso em Brasília não se faz outra coisa a não ser... política. Não se vê um deputado apresentando um projeto social, só se faz e fala em política. Legislativo e Judiciário disputando quem manda mais, uma guerra de poder e de egos, desde o famoso julgamento do mensalão quando houve troca de farpas e ironias entre juízes. O juiz que virou herói nacional, três meses depois, mandou um repórter chafurdar na lama com os porcos, só porque ele fez uma pergunta que não o agradou. Ah, esse ego! Governo e oposição já se lançaram à campanha eleitoral. E nós vamos vivendo, tentando sobreviver a esse bang bang nacional.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

E O PAUL FALOU " UAI "



Nunca imaginei que um dia veria um show do Paul McCartney, afinal ele não é só um cantor, ele é um BEATLE, isso já o torna diferenciado, e é impressionante como a força dos Beatles atravessa os tempos. Digo isso, porque diferente do Elton John, cujo público era formado na maioria por de quarentões para cima, no show do Paul havia um número enorme de jovens, gente de vinte e poucos anos de idade. Que bom, ainda há uma juventude pensante por aí. Paul começou dizendo mais ou menos assim, num português bem ensaiado: “ Oi, BH. Essa noite vou tentar falar um pouco de português... finalmente aprendi a falar ‘uai’...”. Todo mundo riu muito disso, pronto, o público estava conquistado. Impossível a gente não se emocionar durante o refrão simples de HEY JUDE.... “lá, lá, lá, lá... Hey Jude”, olhando e ouvindo mais de cinquenta mil pessoas, cantando e piscando os celulares e máquinas fotográficas, parecendo cinquenta mil vagalumes no estádio todo apagado. No palco, um homem carismático, engraçadíssimo, um verdadeiro lorde inglês, muito elegante, afinadíssimo, num corpinho aparentando no máximo cinquenta anos.... e ele já tem setenta e um. Brincalhão como um garoto, fazia poses charmosas para as câmeras, adora aparecer, nisso acho que ele me copiou, acho que vou processar o Paul rs rs. No intervalo de uma música para outra, ele disse: “ Que trem bão sô”. Aí sim, o estádio foi abaixo com emoções e risos. Paul cantou tudo, músicas da era Beatles e músicas solo, citou os amigos que morreram, John Lennon e George Harrison , anunciava cada música falando em português.... e mineirês. Não dá pra descrever a grandeza do show, me emocionei demais. Os anos 50 e 60 foram anos difíceis, marcados por muitas guerras, inclusive a guerra fria, revoluções, repressões, corrida espacial, e uma juventude puxada por James Dean no cinema e Elvis na música, todo mundo queria ser Elvis, e nesse embalo, apareceram os Beatles com suas músicas alegres, letras simples e suaves, alegrando a geração pós guerra ávida por cantar. E todo mundo cantou Beatles. Estou muito feliz, posso dizer que um dia assisti um ex-Beatle de perto. Ouvir de pertinho YESTERDAY, SOMETHING, GET BACK, PENNY LANE, AND I LOVE HER, LET IT BE, HEY JUDE, ALL MY LOVING, SHE LOVES YOU, LIVE AND LET DIE, é algo que nunca vai sair da minha mente. É isso aí, Paul! Trem bão demais, sô! Bão pra lá de metro...

domingo, 5 de maio de 2013

EFÊMERO



De toda a transitoriedade da vida
Talvez eu seja a mais inconstante de todas as coisas
porque eu tenho um pouco de todas as coisas.
Na minha diferente lucidez
faço tudo como se fosse a primeira vez...
ou a última...ultimato... último ato
que não se permite ensaiar.
A flor que era linda, murchou
ou se despetalou nas mãos de quem não soube cuidar.
O barco partiu, o trem já passou,
O avião riscou o céu e sumiu.
A estrela caiu.
Era divertido o tobogã,
mas acabou tão depressa.
aurora só tem de manhã,
é breve à beça.
O pôr do Sol também é frágil e lindo
anunciando a noite que vem vindo,
e ela traz tantos medos, fantasmas, segredos
acende breves estrelas e efêmeras paixões
assoviando um triste e repetido enredo de ilusões.
Outra flores vão se despetalar
outros barcos partir, outros trens vão passar.
e se ninguém me levar
tenho meu jeito próprio de seguir,
assim não corro perigo,
se sou inconstante com a vida
é porque assim ela é comigo.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

SONHO MOLHADO



Eu sonhei com você um sonho molhado
daqueles em que a gente fica até envergonhado,
e realizado...
Ou quase...
faltou você aqui
para eu viver de verdade o sonho que vivi.
Você estava tão louca
risos gozados, gritos exagerados
de sua boca ouvi.
Eu sonhei com você um sonho tão louco...
mas ainda foi pouco,
eu quero mais, muito mais
e era assim também que você me pedia,
e eu fazia.
Eu quero sonhar com você outro sonho, mas um sonho acordado
para que seja verdadeiramente louco, verdadeiramente molhado.

quinta-feira, 2 de maio de 2013