ESCREVER É DIVINO!

ESCREVER É DIVINO!
BONS TEMPOS EM QUE A GENTE PODIA VOAR. ERA MUITO BOM SER PASSARINHO.

CAMINHOS DE UM POETA

CAMINHOS DE UM POETA
Como é bom, rejuvenescedor e incentivador para o poeta, poder olhar para trás e ver toda a sua caminhada literária, lembrar das dificuldades, dos incentivos e da falta deles, da solidão de ser poeta e do diferencial que é ser poeta. Olhar para trás e ver tudo que semeou, ver uma estrada florida de poesias, e dizer: VALEU A PENA! O poeta vai vivendo, ponteando, oscilando, e nem se dá conta da bela estrada que escreveu. Talvez ele não tenha tempo porque o horizonte o chama, e o seu norte é... escrever... escrever... escrever. Olho hoje para trás... não foi fácil, mas também ninguém disse que seria. E eu sabia que não seria, ser poeta não é fácil, embora seja lindo. Contemplo a estrada que eu fiz, e digo com orgulho quase narcisista: Puxa... como é linda minha estrada!

segunda-feira, 4 de maio de 2015

O BOIADEIRO ERRANTE - MÚSICAS DE MAMÃE

(  composição TEDDY VIEIRA canta SÉRGIO REIS )


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Durante a semana das mães, vou recordar algumas músicas que minha mãe gostava.
Essa música O BOIADEIRO ERRANTE  e  O JULGAMENTO FINAL foram muito marcantes  para mim. O radinho ligado sempre nas músicas caipiras, meu pai se aprontando para trabalhar de madrugada quase manhãzinha, já dava para ouvir os passarinhos, e minha mãe fazendo o café e uma iguaria de fubá chamada  “ fubá suado”, que era muito gostoso. Meu pai pegava e colocava no bornal junto com outra garrafa de café e saía pro trabalho, sempre dizendo  “ fica com Deus”. E ela: “Amém, vai com Deus também”. Eu encostado na porta que dava para a cozinha assistindo a cena, minha mãe  me via: “Menino... acordado  à essa hora?”. Me dava café com leite de cabra e o tal fubá suado, eu comia e ia dormir de novo. Sei lá, eu achava bonita aquela cena de meu pai e minha mãe juntos ali perto do fogão. Acho que eu tinha uns cinco anos.

4 comentários:

Ivone disse...

Lindo e comovente seu texto amigo querido, nossa!
Essas coisas de infância, nossos pais, isso deixa uma marca registrada em nossas almas, sei muito bem o que é isso, hoje não mais os tenho em minha vida, mas as lembranças ficaram para sempre e é muito bom lembrar, eu amo recordar, bem assim como fazes!
Que lindo, adorei ler!
Abraços bem apertados!

Cidália Ferreira disse...

Carlos, gostei de te ler:-)

Beijinhos e uma excelente semana.
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

lua singular disse...

Oi Carlos,
Você ainda tem sua mãezinha? Eu não tenho mais ninguém.
Adoro as músicas do Sergio Reis.
Quantas lembranças que você não olvidará jamais
Beijos

Nina Filipe disse...

Olá meu menino, mais uma vizitinha quase que nos vamos desabituando dos nossos tão queridos blogues, mas é meu amigo as novas tecnologias assim fazem de nós verdadeiras marionetas.
Uns para lá outros para cá e assim vamos deixando os atalhos para caminhar em auto-estradas, e, nesta louca correria nem damos pelo tempo que passa e nos leva a nossa vida envolta num verdadeiro furacão.
Mas volta na volta por entre os escombros lá nos vamos encontrando, nem precisa escrever nada basta fazer um gosto e mandar um stiker e pronto está pronta mais uma mensagem de Fast-food.
tenha uma linda semana com beijinhos de luz e paz.