ESCREVER É DIVINO!
BONS TEMPOS EM QUE A GENTE PODIA VOAR. ERA MUITO BOM SER PASSARINHO.
CAMINHOS DE UM POETA
Como é bom, rejuvenescedor e incentivador para o poeta, poder olhar para trás e ver toda a sua caminhada literária, lembrar das dificuldades, dos incentivos e da falta deles, da solidão de ser poeta e do diferencial que é ser poeta. Olhar para trás e ver tudo que semeou, ver uma estrada florida de poesias, e dizer: VALEU A PENA! O poeta vai vivendo, ponteando, oscilando, e nem se dá conta da bela estrada que escreveu. Talvez ele não tenha tempo porque o horizonte o chama, e o seu norte é... escrever... escrever... escrever. Olho hoje para trás... não foi fácil, mas também ninguém disse que seria. E eu sabia que não seria, ser poeta não é fácil, embora seja lindo. Contemplo a estrada que eu fiz, e digo com orgulho quase narcisista: Puxa... como é linda minha estrada!
sábado, 22 de agosto de 2026
A TERCEIRA ESTRELA
quarta-feira, 10 de junho de 2026
TANTAS COISAS, TANTO NADA!
quarta-feira, 13 de maio de 2026
LOCOMOTIVA DA VIDA!
domingo, 15 de fevereiro de 2026
LEMBRANÇAS AMIÚDE.
sábado, 1 de novembro de 2025
SOBRE AS INCOERÊNCIAS
Tem dia que a gente é tão querido
que dá vontade de chorar.
A gente fecha os olhos,
parece que vai voar.
Vida boa de sapo na lagoa,
de moleque no parque a brincar.
Vira passarinho gorjeante,
se sente gigante, importante,
sinos internos a tocar.
No olhar, um perfeito arrebol,
pensando bem, se sente o próprio Sol.
Tem dia que a gente é tão esquecido
que dá vontade de fugir.
Até tira onda que sabe sorrir,
bom mesmo é na arte de fingir.
Anda torto,
gigante morto ou adormecido.
Soturno, taciturno.
Coração noturno,
parece que vai chover.
Sinos mudos.
Sentidos surdos.
Dia nulo, onde nada vai acontecer.
sábado, 26 de julho de 2025
ETERNO APRENDIZ
quarta-feira, 23 de julho de 2025
QUADRO TRISTE!
sábado, 19 de julho de 2025
A SOLIDÃO QUE EU ESCOLHI.
quinta-feira, 1 de maio de 2025
DEPOIS DA CHUVA, O SOL.
chovendo pelas ruas e quintais,
ora mansa, ora em temporais,
era eu, sem esperança, de alma nua, derramando meus ais.
‘Que tristeza daquele rapaz!’.
Hoje deixei de ser nuvem choradeira
para ser Sol de forma derradeira,
alcancei meu arrebol à minha maneira,
aprendi a esconder meus ais,
não, não endureci, apenas cresci,
hoje não choro mais.
sexta-feira, 25 de abril de 2025
UM POUCO ALÉM DE MIM
quarta-feira, 18 de dezembro de 2024
EU SOU DE “OLIVEIRA”
sábado, 24 de agosto de 2024
A MATA É MÁGICA!
domingo, 28 de julho de 2024
EU USO FRANCISCANAS.
quinta-feira, 4 de julho de 2024
A TRAVESSIA…
sábado, 25 de maio de 2024
POESIA NO ESPELHO
Do que mais tenho falado se não de amores?
O que mais tenho regado a não ser flores?
O que mais tenho desejado se não a paz,
enquanto por aí se diz “tanto faz”?
O que mais tenho dado e recebido do que abraços?
O que mais tenho reforçado do que redes, do que laços,
de amizade, de fraternidade?
O que mais tenho erguido do que homens,
em vez de paredes?
O que mais tenho cultivado além da esperança,
como se fosse ainda uma criança?
O que mais tenho protegido que a natureza,
para nela a gente se ver?
O que mais tenho exaltado do que as coisas simples,
como símbolos da beleza que é viver?
O que mais tenho irradiado que simpatia, empatia?
Não sou perfeito, assumo,
mas em resumo…
eis a minha poesia!
=
( Imagem Creative Fábrica - Google
domingo, 19 de maio de 2024
DAS FORMAS DE SENTIR O MUNDO
eu omito, desacredito e até minto.
Mas o que digo sobre as coisas invisíveis,
as não tangíveis, essas são todas reais.
Só acredito naquilo que sinto,
concretos se calam.
segunda-feira, 22 de abril de 2024
BORBOLETAS AZUIS
sábado, 30 de março de 2024
DAS PREFERÊNCIAS
sábado, 16 de março de 2024
SINOS DA SOLIDARIEDADE
sexta-feira, 19 de janeiro de 2024
LADAINHA.
Nasço, morro
Renasço, refaço.
Cresço, apareço, desapareço.
Brinco, brigo, dedico, desligo.
Construo e desfaço.
Do amor, eu careço
o ódio, não mereço.
Beijo, abraço, desejo,
fraquejo num dado momento,
e em outro momento, reinvento.
Estudo, trabalho, me atrapalho,
rio, choro, perco, ganho
me encolho, me assanho
vivendo entre “porém, todavia, contudo, no entanto, entretanto”,
portanto misturo sonhos e devaneios,
realidades e quimeras,
outonos e primaveras,
com invernos no meio.
Um dia envelheço, é o preço.
Trancos e barrancos, cabelos brancos
fazendo as últimas curvas da estrada que foi tão minha,
não me pertence mais.
Olho pra trás, vejo flores e ervas daninhas.
Concluo:
Essa vida é mesmo uma confusa ladainha,
na qual eu também me incluo.
=
( Imagem Papodeboteco.net- Google )



















