ESCREVER É DIVINO!
BONS TEMPOS EM QUE A GENTE PODIA VOAR. ERA MUITO BOM SER PASSARINHO.
CAMINHOS DE UM POETA
Como é bom, rejuvenescedor e incentivador para o poeta, poder olhar para trás e ver toda a sua caminhada literária, lembrar das dificuldades, dos incentivos e da falta deles, da solidão de ser poeta e do diferencial que é ser poeta. Olhar para trás e ver tudo que semeou, ver uma estrada florida de poesias, e dizer: VALEU A PENA! O poeta vai vivendo, ponteando, oscilando, e nem se dá conta da bela estrada que escreveu. Talvez ele não tenha tempo porque o horizonte o chama, e o seu norte é... escrever... escrever... escrever. Olho hoje para trás... não foi fácil, mas também ninguém disse que seria. E eu sabia que não seria, ser poeta não é fácil, embora seja lindo. Contemplo a estrada que eu fiz, e digo com orgulho quase narcisista: Puxa... como é linda minha estrada!
domingo, 12 de outubro de 2014
Padre Marcelo Rossi - Pai Nosso (Video Ao Vivo)
FELIZ DIA DAS CRIANÇAS - ÀQUELES QUE SÃO CRIANÇAS FISICAMENTE E NA IDADE, E ÀQUELES QUE CONSERVAM EM SI A CRIANCICE.
"Deixai vir a mim as criancinhas, pois delas é o reino dos céus.
Aquele que quiser entrar no reino de Deus terá que ser como as criancinhas"
domingo, 5 de outubro de 2014
CACHORRO BRINCANDO COM O BEBÊ - IMPERDÍVEL
Desculpem--me quem gosta de gatinhos, mas gatinhos não fazem isso. Nada contra os gatinhos, todos os bichos são de Deus.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
IRMANDADE
( imagem coracaofraterno.com.br
Benditas as mãos que trazem flores,
que pincelam nessa vida mais cores
que dão suporte, que fazem mais forte a quem padece.
Benditas são as mãos que trazem a paz
Bendita é a boca que nos faz preces.
Bendita seja pela esperança que nos traz.
Bendito é o olhar que compreende,
que se rende
que atende a um outro olhar suplicante.
Benditos são os olhos de quem faz o outro se sentir importante.
Benditos são os olhos que trazem alegria.
Benditos os braços que dão abraços
que amparam cansaços
tornando mais seguro o novo dia.
Bendita seja essa cor azul
que me mostra o norte e o sul
sem que eu perca o sentido da roleta
nem o rumo da amizade.
Bendita seja essa cor violeta
Bendito seja quem pratica a irmandade.
Benditas as mãos que trazem flores,
que pincelam nessa vida mais cores
que dão suporte, que fazem mais forte a quem padece.
Benditas são as mãos que trazem a paz
Bendita é a boca que nos faz preces.
Bendita seja pela esperança que nos traz.
Bendito é o olhar que compreende,
que se rende
que atende a um outro olhar suplicante.
Benditos são os olhos de quem faz o outro se sentir importante.
Benditos são os olhos que trazem alegria.
Benditos os braços que dão abraços
que amparam cansaços
tornando mais seguro o novo dia.
Bendita seja essa cor azul
que me mostra o norte e o sul
sem que eu perca o sentido da roleta
nem o rumo da amizade.
Bendita seja essa cor violeta
Bendito seja quem pratica a irmandade.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
RE-CRIANDO ASAS
( imagens google - horadaspoderosas.com )
Borboleta de asa partida não precisa
rastejar.
Recria asa imaginária e sai por aí a voar.
Se você como imagino, se despreconceituar,
Venha! Seja bem-vindo... pode me
acompanhar.
Se não... Lamento, mas fique tranquilo. Na
boa pode ficar.
Vou seguir minha viagem...
Entre flores, pássaros, abelhas e amores
para com outras borboletas renascer em
outras cores,
pois meu nome é coragem.
Borboleta de asa partida não conta tristezas para
desenhar o seu dia.
Borboleta de asa refeita
coleciona as belezas para bordar a
existência com as pedras do dia a dia.
Dias lindos e dias tristes fazem parte da
jornada,
mas
o dia aponta em riste o dedo pra alvorada.
Alegrias e tristezas se alternam na crucis
via,
mas hoje???...
Nada de TRIsteza... Hoje só TRIalegria.
AUTORA - EDJANE CUNHA
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
DE TODOS OS MALES
Não conhecer o amor ou sofrer por amor?
Ser o carrasco ou a vítima do
sacrifício?
Ser o sangue no chicote ou as costas no
açoite?
Ser a coruja que não conhece o dia,
ou a cotovia que não conhece a noite?
A insegurança do início
ou o desencanto do fim da viagem?
A dureza do concreto ou a fragilidade
da miragem?
A doçura do mel ou a agressividade do
fel?
A incerteza do teorema ou a tristeza
num poema?
O coração vazio ou a cabeça cheia de
problemas?
Não dar o perdão ou não ser perdoado?
Importar-se demais ou ser desligado?
Afogar-se nas águas ou nas mágoas?
O sal da lágrima ou do mar?
Derreter as asas ou nunca voar?
O barco que leva quem amamos, ou o barco
que chega vazio?
A flor que murchou ou um vulcão sem
cio?
Ser o príncipe que não veio, ou o e
amado e odiado Don Juan?
De todos os males, prefiro o que me
aquece,
a louca lucidez de Peter Pan.
Volto à minha Terra do Sempre onde tudo acontece
e assim, vou controlando meu afã.
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