Não acompanho muito carnaval, mas tenho simpatia pela Mangueira. Adoro essa música, pois homenageia alguns nomes da velha guarda da Mangueira, e marido de uma de minhas irmãs tocava no violão, eu gostava demais. Sei essa música toda desde criança.
ESCREVER É DIVINO!
BONS TEMPOS EM QUE A GENTE PODIA VOAR. ERA MUITO BOM SER PASSARINHO.
CAMINHOS DE UM POETA
Como é bom, rejuvenescedor e incentivador para o poeta, poder olhar para trás e ver toda a sua caminhada literária, lembrar das dificuldades, dos incentivos e da falta deles, da solidão de ser poeta e do diferencial que é ser poeta. Olhar para trás e ver tudo que semeou, ver uma estrada florida de poesias, e dizer: VALEU A PENA! O poeta vai vivendo, ponteando, oscilando, e nem se dá conta da bela estrada que escreveu. Talvez ele não tenha tempo porque o horizonte o chama, e o seu norte é... escrever... escrever... escrever. Olho hoje para trás... não foi fácil, mas também ninguém disse que seria. E eu sabia que não seria, ser poeta não é fácil, embora seja lindo. Contemplo a estrada que eu fiz, e digo com orgulho quase narcisista: Puxa... como é linda minha estrada!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
MENINOS DA MANGUEIRA - ATAULFO ALVES JR
Não acompanho muito carnaval, mas tenho simpatia pela Mangueira. Adoro essa música, pois homenageia alguns nomes da velha guarda da Mangueira, e marido de uma de minhas irmãs tocava no violão, eu gostava demais. Sei essa música toda desde criança.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
PRÓLOGO DE = “A LENDA DA FALSA DONZELA”.
Bem, preciso fazer propaganda de meus livros, então vamos lá. Um pequeno resumo de meu próoximo livro, apesar que vai demorar um pouco, uns dois anos, creio.
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Numa pequena cidade ao norte da Itália, uma cidade muito
católica, nasce Benedetta, filha única de um casal, ou melhor, filha última de
um casal, haja vista que em todos os partos anteriores os bebês foram natimortos,
daí o nome Benedetta ( bendita) escolhido pelos pais para aquela menina que só
pelo fato de vencer a morte no ato do nascimento, já era bendita, predestinada
a ser diferente, pronta para viver uma saga surpreendente, cheia de nuances, de subidas e descidas, de agruras e gostosuras. Benedetta oscila
entre as duas pontas da corda bamba, habita todas as possibilidades, carrega
dentro de si anjos e dragões, flores e desertos, mel e fel, loucura e lucidez,
fé e heresia. É meio santa, meio diaba. Meio donzela, meio prostituta. Meio
amiga, meio traidora. Meio séria, meio debochada. Quase uma freira, quase uma
ateia, quase uma à toa. Mas ela também conhece o amor, até
as loucas merecem conhecer o amor. Ela que tratou todas as coisas como efêmeras embora com muita
intensidade, como lidará com o amor? O que vai falar mais alto, a santa ou a
perdida? Sim, ela realiza milagres na
história, até salva pessoas, a cidade a endeusa, mas ela não consegue livrar a si mesma
de suas tentações, de suas taras, de seus fetiches. E seu homem, o jornalista e escritor Giorgio, a verá como santa ou como bandida? O que ele
vai alimentar por ela? Ódio, amor ou tristeza? Talvez todos esses sentimentos juntos,
tudo misturado, como a própria vida de Benedetta... a santa maldita... a bruxa
bendita. Que recompensa terá essa mulher que nasceu para ser o bem e o mal ao mesmo tempo?
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Se fosse um filme ou novela, essa música do Roberto Carlos,
seria um ótimo tema de fundo. Roberto Carlos já foi bom, hein?
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( música JOGO DE DAMAS - composição Isolda e Milton Carlos
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
A CARTA - MILIONÁRIO E JOSÉ RICO
Muita gente pensa que essa música é do Eduardo Costa, mas eu a conheço com Milionário e José Rico, se não me engano, desde 1983. O Eduardo Costa deu foi uma estragada nela com aquele berreiro que ele arruma, tirou a beleza da música. Poucos cantores são afinados como o José Rico que faleceu há alguns meses. Curtindo...
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
PERDAS E DANOS
Nem sei dizer se posso chamar aquilo de sonho, acho que nem de pesadelo posso chamar, foi muito mais que isso , foi o próprio terror. Ouvia dizer que os abutres, os urubus, só começam a bicar o animal quando este dá seu último suspiro, quando cessa de respirar, mas aqueles não, estavam terrivelmente famintos, vorazes, selvagens no mais alto grau da palavra, disputavam cada centímetro daquele corpo que ainda agonizava. Bicos e garras dilaceravam o peito, as vísceras, os olhos, a boca, pouco se importavam com os gemidos, aqueles ais profundos que transpunham o corpo físico e doíam até a alma. No entorno, hienas debochadas, ironizavam, gargalhavam, rodeando a cena macabra, ansiosas pelos restos mortais daquele coitado, e enquanto o fato não se consumava, lambiam o sangue do condenado que se misturava ao solo. É bem assim, as hienas vivem da desgraça alheia e de restos e migalhas. Curioso que sou, aproximei-me do tal massacre, não sei por que, talvez para ver se podia fazer algo, e quando cheguei mais perto, fiquei estarrecido: o corpo a ser devorado... era eu mesmo. Então busquei forças do fundo do meu ego e soltei um urro muito alto: ME DEIXEM EM PAZ, TENHAM PIEDADE! Foi um berro tão grande, tão rasgado que os abutres voaram para o alto dos postes e das árvores, ainda com pedaços de mim em seus bicos e suas garras ensanguentadas. As hienas covardes também fugiram. Aí eu chorei... chorei muito... era muita dor... era muito abandono. E mais uma vez busquei forças do fundo do meu ego, fui me arrastando lentamente, até encontrar uma caverna segura, isolada no alto da montanha. Uma caverna escura, mas o melhor que eu tinha mesmo que fazer era buscar o ostracismo, o esquecimento, até porque esquecido eu já estava. Entrei e lá fiquei lambendo minhas feridas... ai, como doíam. As dores me venceram e acabei adormecendo, fiquei lá não sei por quanto tempo, talvez dias, talvez meses, só sei que acordei bem, dei uma espreguiçada, aquela espreguiçada de renovação de vida, estava curado, só uma coisa ainda doía: recordei tudo e lembrei-me de que quem devia estar lá para me ajudar, não estava, mas até isso foi superado, tinha que ser. Saí à porta da caverna, o sol sorriu para mim, eu sorri para o sol, desci a montanha... e fui refazer meu caminho. E refazendo meu caminho, refleti, fiz um resumo de tudo: nesse jogo de perdas e danos, só eu mesmo perdi.
sábado, 23 de janeiro de 2016
ASTRONAUTA DE MÁRMORE - BANDA NENHUM DE NÓS
Os anos 80 tiveram muitas músicas boas, eu gosto mais de três delas especialmente, “Astronauta de Mármore” da banda “Nenhum de Nós”, é uma delas. Quando ele fala... “ eu voltei mais puro do céu”, lembro-me do astronauta russo Yuri Gagarin, primeiro homem a ir ao espaço, a quem invejo, pois se me preparassem eu teria coragem, não tenho medo dessas coisas, eu tenho medo é da maldade humana. Gagarin ao ver aquela imensidão sem fim, disse uma frase bonita e interessante que exalta a Deus e põe o homem no seu devido lugar: “Agora eu posso compreender a pequenez do homem”. O solo de violino dá um toque triste à essa música.
Discos voadores? Já acreditei mais, hoje não muito. Mas tenho um desejo no fundinho do coração que eles existam, que haja uma raça mais evoluída que a nossa, e leve daqui só as pessoas de bem. Não sou perfeito, mas acho que teria uma vaguinha na nave. Ando desanimado da raça humana, às vezes penso que não sou daqui, que uma nave pousou aqui e me deixou. Queria que uma nave dessa pousasse ( como disse, não tenho medo) e me levasse para um mundo melhor, embora esse mundo já exista dentro de mim. Sigo sonhando. “Vou lembrar um tempo de onde eu via o mundo azul”.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
OS BEIJOS QUE NÃO FORAM DADOS, ESTÃO PERDIDOS OU GUARDADOS???
Terminada a briga de vários dias e depois de fazerem amor, aconchegada no peito dele, ela disse: “Vou te cobrar todos os beijos que está me devendo. Vou cobrar todos os beijos perdidos”. Ele respondeu afagando-lhe os cabelos: “Não estão perdidos, estão guardados. Pode vir pegar”. Ela não hesitou e tratou logo de pegar os beijos atrasados... e lá fora a chuva não parava. Ora, o que importa estar chovendo? Serviu até de fundo musical para o amor que lá dentro se repetia.
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( imagem carmita - google )
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