ESCREVER É DIVINO!

ESCREVER É DIVINO!
BONS TEMPOS EM QUE A GENTE PODIA VOAR. ERA MUITO BOM SER PASSARINHO.

CAMINHOS DE UM POETA

CAMINHOS DE UM POETA
Como é bom, rejuvenescedor e incentivador para o poeta, poder olhar para trás e ver toda a sua caminhada literária, lembrar das dificuldades, dos incentivos e da falta deles, da solidão de ser poeta e do diferencial que é ser poeta. Olhar para trás e ver tudo que semeou, ver uma estrada florida de poesias, e dizer: VALEU A PENA! O poeta vai vivendo, ponteando, oscilando, e nem se dá conta da bela estrada que escreveu. Talvez ele não tenha tempo porque o horizonte o chama, e o seu norte é... escrever... escrever... escrever. Olho hoje para trás... não foi fácil, mas também ninguém disse que seria. E eu sabia que não seria, ser poeta não é fácil, embora seja lindo. Contemplo a estrada que eu fiz, e digo com orgulho quase narcisista: Puxa... como é linda minha estrada!

sexta-feira, 22 de maio de 2015

MY WAY - FRANK SINATRA




Não sei com quem essa música é mais bonita. Com Elvis Presley com toda a sua inovação, sua irreverência e seu charme ( Elvis era um cara charmoso), ou com a voz impecável de Frank Sinatra, não é à toa que era chamado de THE VOICE. E não tem playback não, viu gente? Ou seja, não está dublando, está cantando ao vivo. Ah, eu cresci ouvindo coisa boa, por isso que eu sou chato.

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Sinatra além de tudo era um ator esplêndido.Ganhou o Oscar de melhor ator em A UM PASSO DA ETERNIDADE. Que filme!

quarta-feira, 20 de maio de 2015

VEM AÍ UM LIVRO DIFERENTE

imagem - pt.dreamstime.com
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Como uma gestante na penúltima semana: é assim que estou me sentindo ao me lembrar de meu livro. Já usei essa comparação outras vezes, comparação primeiramente usada pelo Gonzaguinha nos anos 80 quando se referia ao seu disco que estava para sair, e que achei bonito da parte dele. Nas idas e vindas, livro pra lá, livro pra cá, corrige aqui, conserta ali, acrescenta isso, tira isso, eu o li várias vezes, e a cada releitura, foi impossível não dar uma choradinha. Sim, eu chorei a cada vez que li. Parece que estou sempre descobrindo algo novo nele, como se não fosse eu o autor, são emoções que se renovam, mesmo sendo as mesmas palavras. Em alguns textos eu até fecho os olhos para visualizar as cenas. As coisas do coração, as melhores coisas enfim,  a gente vê fechando os olhos. No meu primeiro livro, eu disse que “esse livro não tem muitas intenções”. Que bobagem eu disse, todo livro tem intenções. AVENTURAS DE UM MENINO PASSARINHO também tem as suas. Este livro ( uso a expressão ‘este’ porque já o sinto perto) pretende aguçar nas pessoas, principalmente nas crianças, o prazer pela leitura, mesmo ele tendo um pouquinho de adulto, mas as crianças de hoje podem ter acesso a alguns assuntos adultos, desde que não seja erotização e/ou futilidade. Este livro não promete “fazer chover ou ventar”, também não tem “50 tons”, ( só para fazer referência ao livro do momento) mas tem alguns tons, talvez até mais do que 50, porque não me  poupei  nessa aquarela. Ele pretende resgatar o respeito aos pais, aos professores.  Este livro enaltece a amizade, a fraternidade, a gratidão, a fé, a pureza de alma, a brincadeira, a liberdade, a imaginação, o sonho... e tantos outros tons que tornam essa vida mais colorida. Pretende fazer ventar  ventos de esperança, fazer cair um temporal de emoções, tudo isso num só tom, o da emoção... com intensidade. Este livro tem a intensidade de uma flor. Uma flor tem a mesma intensidade que um  vulcão; cada um numa extremidade, cada um com sua particularidade, mas são igualmente intensos. Pouca gente percebe essas coisas cósmicas, transcendentais, que flutuam num outro patamar de existência, numa outra dimensão, porque não têm muito tempo de fechar os olhos, nunca param para respirar. E foi numa outra dimensão que fui buscar palavras para escrever este livro. Puxa vida, como eu acredito nisso! Por outro lado, fica parecendo uma estrada meio solitária, uma luta quase inglória, afinal habitamos num mundo bem materialista, veloz, de modismos, de atrocidades, de coisas que não edificam, que não melhoram a vivência, tenho visto que até a música, a literatura, a cultura enfim, está indo para esse lado. Alguém já disse: “a arte é o espelho social de uma época”.  Portanto, os filmes e novelas que estamos assistindo, os livros que estamos lendo, as músicas que estamos cantando, nada mais são do que o retrato atual da sociedade... mundial. A nova ordem mundial  está uma desordem. Viajo nas minhas referências literárias e me pergunto. Será que não teremos mais livros como O PEQUENO PRÍNCIPE, ou ALICE, que transmitem mensagens de amizade, de esperança, que criam bons laços, que melhoram as relações humanas? Teremos sim, poucos, mas teremos. De minha parte, AVENTURAS DE UM MENINO PASSARINHO tem um pouco de  PEQUENO PRÍNCIPE, de ALICE, de MONTEIRO LOBATO, de DRUMMOND, de LÚCIA CASASANTA, de VICTOR HUGO, de WALT DISNEY, de CHARLES DICKENS... ah tem um pouco de tudo. Só não tem maldade. Quem está dentro da arte, em qualquer campo da arte, seja música, cinema, televisão, literatura, pintura, o que for,  precisa procurar apresentar algo diferente, senão a arte cai em mesmice, é isso que estou tentando fazer, diria reinventando a carochinha. Sendo assim quem sabe?... talvez no meio de tanta igualdade meu livro seja a nova curiosidade. Para fechar sobre as intenções deste livro: Quase ninguém acredita, não tenho como primeira intenção ganhar dinheiro, se o dinheiro acontecer, será bem-vindo, mas não será nada mais que a consequência de um trabalho bem feito, o desejo principal  é vê-lo nas escolas nas mãos de crianças, nos shopping centers e livrarias do país, só por isso já estarei realizado. Cheguei ao quase absurdo de pedir a Deus ( um absurdo bom, penso)  que não me deixasse morrer sem antes vê-lo publicado. Eu não estou doente, mas há imprevistos na vida, tudo pode acontecer. O livro está aí, e eu também estou... quase parindo.  Então que ele venha para a luz... que ele próprio seja LUZ!
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Obs: Adianto aos amigos que optei por não ter livros comigo, deixei tudo a cargo da editora sobre divulgação e vendas, eles têm os canais, recursos e know-how para isso. Em breve darei aqui o site, link, endereço e outras formas de aquisição.

sábado, 9 de maio de 2015

FLORES DE MAIO





As mães são flores de maio

que   um anjo de Deus trouxe em seu balaio,
e plantou um imenso jardim,
para fazer desse mundo um lugar decente.
Uma mãe para você, uma mãe para mim.
Mãe para toda a gente.
Mãe que espera, que gera gente.
Mãe é  semente
que no parto transforma a dor em amor,
depois vira flor...
 e cuida da gente como se a gente também fosse flor.
Mãe que tem mãos que
 que abençoam, que perdoam,
que socorrem.
Mãe é bondade,  fertilidade.
Mãe de qualidades infindas
que não cabem nos versos meus
Um dia, lindamente morrem...
Sim, as mães morrem lindas
porque voltam ao céu em forma de flor
para compor o jardim de Deus.
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 FELIZ   DIA DAS MÃES!!!
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As mães são de Deus, elas são emprestadas à terra para fazer daqui um lugar melhor e mais seguro para se viver. Um dia Deus vai recolher todas as boas mães e vai fazer um lindo jardim lá no céu. É por isso que elas voltam para Ele.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

O BOM RAPAZ - MÚSICAS DE MAMÃE

WANDERLEY CARDOSO

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Minha mãe dizia que ele era muito bonito. Boba não, hein?

quinta-feira, 7 de maio de 2015

MÚSICAS DE MAMÃE- MAMÃE, ESTOU TÃO FELIZ ( AGNALDO TIMÓTEO )


No Brasil não se valoriza muito a voz. Agnaldo Timóteo tem uma bela voz. Minha mãe gostava muito.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

SENTADO À BEIRA DO CAMINHO - MÚSICAS DE MAMÃE


( composição Erasmo Carlos e Roberto Carlos )
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Lembro de minha mãe dizendo com seu jeitinho: "Eu  gosto do Roberto Carlos, mas gosto mais do Erasmo".

segunda-feira, 4 de maio de 2015

O BOIADEIRO ERRANTE - MÚSICAS DE MAMÃE

(  composição TEDDY VIEIRA canta SÉRGIO REIS )


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Durante a semana das mães, vou recordar algumas músicas que minha mãe gostava.
Essa música O BOIADEIRO ERRANTE  e  O JULGAMENTO FINAL foram muito marcantes  para mim. O radinho ligado sempre nas músicas caipiras, meu pai se aprontando para trabalhar de madrugada quase manhãzinha, já dava para ouvir os passarinhos, e minha mãe fazendo o café e uma iguaria de fubá chamada  “ fubá suado”, que era muito gostoso. Meu pai pegava e colocava no bornal junto com outra garrafa de café e saía pro trabalho, sempre dizendo  “ fica com Deus”. E ela: “Amém, vai com Deus também”. Eu encostado na porta que dava para a cozinha assistindo a cena, minha mãe  me via: “Menino... acordado  à essa hora?”. Me dava café com leite de cabra e o tal fubá suado, eu comia e ia dormir de novo. Sei lá, eu achava bonita aquela cena de meu pai e minha mãe juntos ali perto do fogão. Acho que eu tinha uns cinco anos.