
O marido cheio de “más” intenções abraça a mulher por trás dizendo.
-Amor, vamos trocar de posição hoje?
E ela responde.
-Vamos. Eu fico deitada no sofá vendo futebol e você vai pro tanque.
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Essa é antiga, quase todos sabem.
O casalzinho de namorados sentado na praça, a menina olha pro céu e pergunta, toda romântica.
-Mozinhooooô... por que será que a lua se escondeu?
E o cara ainda mais romântico, cheio de tato, responde.
-Ora, minha princesa. Com certeza a lua está com inveja de sua beleza.
Vinte anos depois, casados, sentados na varanda, ela pergunta.
-Benhêêê. Por que será que a lua se escondeu?
E ele sem nenhuma paciência, responde.
-Não está vendo que vai chover, sua burra?
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No leito de morte, o marido olhando a esposa sentada ao lado na cama. Ele começa
-Mulher. Estive pensanndo aqui nessa cama para morrer. Em todos esses anos você sempre esteve comigo. Nos piores momentos.
E ela interrompe.
-Ora, marido. Não fale disso agora. Eu estava no meu papel
E ele.
-Que nada. Preciso falar tudo o que sinto. Não posso morrer sem dizer isso, é importante para mim.
Ela acaba concordando
-Pois bem, se lhe fará bem, fale.
Ele continua.
-Lembra quando fiquei desempregado e quase passamos fome? Você estava comigo.
E ela humildemente.
-Sim, eu estava.
-E quando capotei o carro dando perda total? Você também estava ao meu lado.
E assim foi. Ela sempre concordando com a cabeça, ou dizendo “sim, eu estava”.
-Quando me meti na política, arranjei empréstimo, não fui eleito, fui à falência... e você estava ao meu lado.
A esposa se emocionando deixando cair lágrimas.
-Quando abri uma lojinha de calçados e ela pegou fogo... você estava ao meu lado.
Ela cada vez mais emocionada
E ele completou.
-Depois de tudo isso, mulher, cheguei à uma conclusão.
Olhando nos olhos dele, esperando uma declaração de amor, ela pede.
-Fala, meu amor. Fale tudo que seu coração sente. Diga a que conclusão chegou.
-Cheguei à conclusão de que você me dava um azar do caramba.
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Situação parecida, o marido no leito de morte, resolve se penitenciar à esposa.
-Amor, sei que vou morrer e preciso lhe confessar uma coisa.
Ela sabendo do estado do marido tentou lhe poupar.
-Não. Não quero ouvir confissões no estado que está. Vai se martirizar pra quê? Seja o que for já lhe perdoei, meu bem.
- Mas, eu insisto, meu amor.
Já que era importante para ele, ela consente.
-Pois bem, fale, sou toda ouvidos.
Segurando firme na mão dela, ele começa.
-Lembra da Ritinha da mercearia?
-Claro que lembro- responde a esposa.
-Pois me perdoe. Aquele corpo foi meu.
A esposa perdoou, não fazia mesmo mais diferença. E ele prosseguiu.
-Lembra da Joana, professora particular do nosso filho? Aquele corpo também foi meu. Perdoe-me por favor.
-Claro que perdoo.- Disse a esposa. Só que ele tinha mais.
-Até sua prima Luzia. Desculpe, mas aquele corpo foi meu.
Minutos de silêncio e ele retoma a conversa.
-Mulher, já que vou morrer mesmo e estou fazendo confissões e nada vai mudar mesmo entre nós, diga-me ... e você, ao longo dessa vida, já me traiu também?
E ela.
-Lembra quando a gente morava perto do Corpo de Bombeiros? Pois é. Aquele corpo também foi meu.





